segunda-feira, 6 de junho de 2011

A grave crise social e a evolução do ser humano

Tentarei nas linhas que se seguem não fugir do foco em questão. Eu acho que é completamente errado permitir-se ficar preocupado com problemas psicológicos ou morais a menos que possamos ver claramente a simplicidade entremeios a complexidade da verdade. Tudo que vemos em nossa sociedade, como exemplo, da impunidade, da corrupção, do jogo de interesses desenfreado, não passa de um veneno moral para todos nós, e para alguns sua ação será mais terrível do que a de outros. (Vide o caso recente de suspeita de enriquecimento ilícito do Ministro Palocci). 

Então, qual é a melhor forma de dimensionarmos um grave problema social, se não temos uma instuição governamental ou um instituto incapaz de distinguir entre o certo e o errado? Não previne, não é um exemplo de conduta, e é totalmente incapaz de reintegrar quem quer que seja na sociedade.

O estado de espírito das pessoas sugere a inconformidade, porém estas entram em um grande conflito de idéias quando pensam na mudança de padrões ou do nosso "ethos". Todos dizem: "Eu preciso de paz, eu quero a paz social, eu quero a solução para a crise social e política."  Entretanto, não há uma atitude positiva da sociedade para que a mudança de determinados padrões ocorram. Ora, toda a vida é a contraparte  de um conflito. Cada respiração que desenhamos representa uma vitória dos nossos pulmões na nossa luta pela vida no Universo. Não podemos ter paz e viver sem um perfeito domínio de circumposição, e isso é entender sobre o que é viver e não viver na estagnação social ou da estagnação social.

Os atos de extrema violência são a conseqüência que precisamos resolver sobre esse mar revolto de pensamentos rodopiantes, para entender um ato de vontade inconsequente ou até mesmo insana.  É com firmeza e determinação, que ao invés de dizer: "Que devo fazer?" Precisamos entender que o processo de solução das graves crises sociais é algo dinâmico e não uma condição estática.

Não posso mera e simplesmente indicar as chaves mestras que solucionem tais conflitos, só que entendo que todos os conflitos geram consequências e essas consequências podem ser o indício de uma grande mudança social que não só poderá, como acredito deverá ocorrer paulatinamente, mas isto só será possível com a reforma interior do ser humano. Deve ser um processo individual que crie reflexos sociais.

Penso que, por exemplo, nosso sistema pedagógico deveria criar não uma nova escola, mas sim uma profunda reforma em sua maneira de ensinar e enxergar o mundo. Devemos aprender, devemos ter a obrigação de ensinar as pessoas a aprenderem. Devemos ensinar a maestria e não sermos os mestres que puramente ensinam. As pessoas precisam ser mestres da vida e aplicar seu conhecimento como uma cadeia intrínseca de ajuda mútua sem a todo momento estar esperando alguma benesse em troca.  Não importa afinal, o quanto se acredita que sabe sobre alguma coisa, pois sempre há algo novo para aprender. E este aprender será reflexivo em nossa sociedade como algo mais coeso, uma força que impulsiona para uma nova evolução existencial, um equilíbrio entre a nossa consciência e o nosso coração.

Toda mudança drástica pode ser vista inicialmente como algo destrutivo, porém é a possibilidade da mudança, da reforma exterior em nosso Ethos que esperamos ansiosamente. A cada amanhecer ocorre um processo de regeneração no ser humano, e a sociedade também terá cedo ou tarde o seu alvorecer como um ciclo de mudanças que se farão necessárias para sua continuidade. Isto é um processo natural que já vimos por toda a história da epopéia humana. O problema em todas as grandes convulsões sociais é que elas vem regadas a uma histeria popular, mas esses são outros pontos que podem nos encaminhar a uma transição para uma sociedade mais humana. Só então, teremos uma nova estrutura social. A evolução também é um processo interno, muito mais do que externo. É um processo de interiorização e o que veremos será reflexivo a esse processo. A sociedade não deve mais esperar um único dirigente político para se espelhar ou para esperar ser guiada. Ela deve sim buscar as respostas dentro de seu próprio contexto, se adequando as novas realidades tecnológicas e evolucionais que o ser humano se encontra.  

quarta-feira, 25 de maio de 2011

O Poder Coletivo

por Francisco Marengo

O Poder Coletivo parte da coletividade, da sociedade e das suas necessidades. Claro que ele é composto por idéias, princípios sociais e políticos, e até mesmo de projetos de leis. Atualmente, temos um poder coletivo achatado. O Poder Coletivo entra em choque com os interesses do Estado, quando o Poder do Estado excede em abusos. Muitos políticos atuais nada mais são do que o eco de vozes interiores recorrentes, cascorões vazios, que falam mais por instinto do que conscientemente. Temo que no seu íntimo se fazem crer na impossibilidade do reerguimento da Política totalmente livre da corrupção, bem como, da sua convalescença de males interiores por meio de partidos com o caráter dos até então existentes. Necessitamos de uma ânsia por alguma coisa nova do que uma irrealidade inútil.

Há muito o que fazer, porém pouco ou nada foi feito. Em tudo sentimos o sinal de uma aspiração de todos. Tudo o que vemos hoje no cenário político nacional são grandes  contradições. Somos um país com tantas riquezas naturais, formados por um povo que de maneira pacífica soube sempre enfrentar os seus problemas internos com grande criatividade. Todos os órgãos de classe, Ong´s, organizações culturais, deveriam ter o poder de opinar, de emanar coletivamente sobre a política do Estado, com a vantagem de em sua maioria não estarem ainda fossilizados como muitos partidos políticos que não passam hoje de  "organizações deterioradas".  

Se a sociedade souber emanar o Poder Coletivo de uma verdadeira atividade individual e abnegada, ou de forma coletiva bem dirigida a busca de soluções dos problemas sociais, ainda poderemos em maior menor ou maior movimento político, coduzir a sociedade e o Estado pelo reto caminho. Pois é na base que se pode ainda determinar o caráter objetivo e os métodos da organização, o que não se poderia pensar em fazer tratando-se dos grandes partidos e organizações existentes que foram contaminadas pelo exercício do poder político corrompido. Quanto mais eu reflito sobre o assunto mais cresce em mim a convicção de que justamente a somatória de diversos movimentos sociais, ainda que pequenos, poderão ser preparados para o reerguimento da Nação, e nunca através dos atuais partidos políticos e seus parlamentares, presos a velhos preconceitos ou mesmo dependentes dos favores e proveitos, do clientelismo e da corrupção com muito raras exceções.

Uma pequena citação: "O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam." -Arnold Toynbee.

O problema é para uma análise de grande profundidade. O Estado pode temer apoiar organismos sociais em cujo Poder Coletivo instituído possa fazer frente aos desmandos políticos, de forma que tais organismos sociais se condicionem simplesmente a "comer pelas beiradas" já que não possuem força legal ou política. Se o Poder Coletivo for direcionado a buscar valores que estejam acima do bem individual ou comum, teremos um Poder que deixa de ser coletivo e passa a ser autoritário. Por exemplo, todos sabemos que o Brasil carece de incentivo ao desporto para tirar as crianças das ruas, a saúde, a educação, a cursos técnicos profissionalizantes. 

A somatória de sugestões para a solução desses problemas será criada de forma individual porém sabendo que não basta termos o incentivo às práticas esportivas se a educação e a saúde são deficitárias. Assim, cada indíviduo contribuirá intelectualmente com mais proficiência na sua área de atuação, e buscará de forma social ou com o apoio da coletividade, criar um Poder Coletivo capaz de buscar junto ao Estado e a sociedade a solução desses problemas. 

Poderia exemplificar em tom alegórico, que não adianta tratar unicamente do leito de um rio para sua despoluição, se seus afluentes não forem antes tratados. Os males devem ser tratados em sua origem, diretamente no âmago do problema para a sua solução. Se o Poder Coletivo for criado de forma a abafar o indivíduo, se o diálogo for cerceado, o indivíduo perderá o interesse pois suas idéias poderão não ser ouvidas e discutidas. O Poder Coletivo não pode se equiparar ao Poder do Estado. O Poder Coletivo deveria nascer no seio da coletividade amparado pela dialética, pelo diálogo comum, com a clara exposição das idéias na busca de soluções.  

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Apoio irrestrito ao grande filósofo Sócrates!

por Francisco Marengo

O conhecimento do homem pelo homem, de sua natureza, de sua fisiologia, dos limites de sua capacidade de entendimento  são o caminho na busca pelo entendimento dos mistérios. Quando o ser humano está em luta com sua essência, este não pode ser considerado como um "ser" dono de sua "Vontade", e que portanto se distancia de fato de seu papel num determinado plano material de existência. A essência do indivíduo constitua-se por fatores absolutamente naturais a todo ser vivo, mas se esta essência não é compreendida, o indivíduo afasta-se do seu caminho pois não compreende a si mesmo.Todos sabemos que usamos uma ínfima parcela de nosso cérebro, cuja maior parte permanece um enigma até para os mais experimentados pesquisadores. A concepção de Sócrates, no entanto, procura de uma maneira sistematizada de levar o ser humano ao desenvolvimento pleno de suas potencialidades, assim fazendo alicerçado ao conhecimento pleno das leis naturais o homem poderá conceber esta natureza dentro de si, e compreender plenamente o desenroscar de forças sutis sobre os planos da matéria, podendo transmutá-las dentro de si. Assim fazendo sua Vontade se torna Una, com força-impulsão do Universo. Nesse caso o corpo humano se tornará um receptáculo das energias do universo que poderão ser dispersadas, conforme a sua vontade, cujo limite estará dentro no seu desenvolvimento capacitativo mental. Assim simplificamos o pensamento de Sócrates dizendo que somos completos ao estarmos em harmonia com a vida, principalmente quando utilizamos os fatos de nossa vida e de outros como fontes de conhecimento, desde que isso nos leve a um autoconhecimento de si mesmo. Devemos ser autênticos e obedecermos aos nossos padrões. Tais padrões deverão nos garantir a nossa preservação. Todos os princípios sempre nascem de experiências, e podem explicar sob outro prisma a maioria dos dilemas da vida. Isto pode soar estranho, mas o fato é que a filosofia não está em absoluto divorciada das teorias sociológicas e científicas modernas. Muito pelo contrário, carregam também uma similaridade impressionante com esta, a ponto de surgirem cada vez mais novas teorias que tentam explicar a natureza humana e suas origens.

A compreensão da alma humana afeta profundamente as propriedades materiais ou físicas em nosso interior, cujas descobertas frustrariam de muitas maneiras a corrente cética da ciência moderna. O que muitos ainda não compreenderam, e que Sócrates compreendia isso muito bem, é que a grande alavanca da compreensão da psique interior está na compreensão da inter-relação humana.  A natureza da alma é a luz, e a luz é a própria propagação do éter cósmico nos planos de manifestação.
Mas, de que forma os conceitos “Socráticos” podem nos ajudar no que concerne a nossas vidas?  

 Vamos por analogias. Imaginem um pêndulo cujo fluxo de movimento oscila impulsionando o movimento seguinte. Vamos chamar este movimento de freqüência natural. Agora imaginem que a maiorias de coisas têm uma freqüência natural em que quando vibrem em sintonia a chamemos de freqüência harmônica. Agora pensemos num simples balanço do parque. Se eu empurro o balanço  de forma precisa e direita, a energia no balanço acumula. Se eu empurro num momento errado, a energia do balanço começa a ficar reduzida. Ora,  um dos principais elementos que vão de encontro com a nossa existência ou potência física é a conservação de energia. Nós sabemos que o cérebro não pode produzir muito muita potência por si só, e precisaríamos de uma alta potência para exibir, por exemplo, um movimento telecinético, por exemplo. Por outro lado, qual a transformação que não necessita quantidades enormes de energia? Simplesmente todas, e toda conservação de energia é registrada no cérebro com uma mudança no seu estado eletroquímico.
  Ora, segundo este conceito, até que ponto podemos provar que são verdadeiros os princípios que viemos demonstrando? Simplesmente, podem vocês aplicá-los praticamente, não só em seus assuntos pessoais, mas, também aos problemas sociais da atualidade? Devemos  lembrar que nós não devemos ser seres limitados. Todos nós temos uma relação que compõem a sociedade humana. Se limitarmos nossa concepção a meros seres materiais, tal como o corpo orgânico e suas exigências físicas, então não estaremos concebendo o ser humano no verdadeiro sentido filosófico, místico e cósmico. Imaginemos que sejamos duas pessoas com nossas Vontades, e neste caso se minha vontade é ajudá-lo, ou seja, ela foi imposta, emitida, enviada, acesa. A sua vontade, então, deveria ser: aceitar essa mudança, de corpo, coração e alma. Do contrário, a sua atitude e negatividade lhe destruirão mais do que qualquer empecilho. A continuidade de fatos desagradáveis e contínuos é o reflexo de uma energia estagnada. Essa energia na mente de um homem faz com que ele realize atos impensados. Coloquemos neste ponto que cada um de nós pensa em si mesmo como um ponto focal ou um centro de atividades que se desenrolam ao nosso redor. E de certa forma não é difícil indicar que, automaticamente, cada indivíduo considera a si mesmo, seus interesses e desejos, mais importantes do que os dos outros.

Como podemos formar uma sociedade, se cada qual tiver unicamente  seu evidente interesse egocêntrico? Além disto, não deveríamos primeiro pensar no que significa sociedade - ou por que afinal uma sociedade? Se partirmos de cada um de vocês, individualmente, talvez cheguemos a uma resposta. Será que vocês são capazes de prover ou satisfazer todas as suas necessidades? Será que poderiam manter a nossa psique feliz e, no entanto, ser independentes de todas as outras pessoas? Pois bem, aqui está uma questão que é tanto mística como filosófica: Os homens formam a sociedade em função de certas necessidades e certos interesses comuns que os unificam, mas será que a própria sociedade não tem algo a ver com a criação do homem, isto é, uma influência decisiva sobre ele? Essa união é para cada ou para com o indivíduo? Digamos que  num círculo representa a sociedade, a nação ou o Estado formado pelo homem. Trata-se de uma entidade que o homem deu existência. O poder coletivo de que a sociedade é dotada pode ser por ela transformado em idéias, princípios, políticas e leis, que se irradiam e se difundem de volta aos indivíduos. Vamos considerar esta questão da seguinte maneira: O material com que a sociedade trabalha é apenas aquilo que cada ser humano nela introduz. Isto constitui o seu poder, um poder maior do que o de cada indivíduo. Mas, a sua finalidade, o uso que a sociedade faz desse poder, não pode se elevar acima ou ter valor maior do que aquilo com que os indivíduos tenham contribuído coletivamente para a sociedade. Por exemplo, se tudo o que o homem deseja fazer é organizar outros homens numa sociedade com o fim de defesa mútua da fraqueza individual, então não temos mais do que uma sociedade organizada para fins militares ou de defesa, como, por exemplo, a antiga Esparta. Tal sociedade não pode devolver ao indivíduo outra coisa além dessa defesa, em princípio e na prática. Por outro lado, se nós, por meio de harmonização e meditação, chegamos a outras concepções, então podemos ter algo superior para oferecer à sociedade. Podemos chegar à conclusão de que a verdadeira felicidade e a paz entre os homens, coletivamente, dependem de que certas qualidades de sua natureza sejam expressas. Estas qualidades, em pensamento e ação, têm de ser transmitidas pelo indivíduo à sociedade, ou seja, à mente dos outros indivíduos de que a sociedade consiste. Tal sociedade, tal conjunto unificado de mentes, reflete-se então na espécie de cultura, na moral, no caráter e no idealismo, sobre o indivíduo. Torna-se uma motivação muito maior para estes objetivos do que aquilo que o indivíduo ofereceu isoladamente.Os pensamentos de Sócrates soavam com forte teor revolucionário, porém apenas no campo das idéias e das concepções. Criticava fortemente as leis escritas, as idéias, a religião, e principalmente o modo de vida grego afirmando sobre uma forma de embotamento do desenvolvimento cultural do ser humano. Suas idéias soavam tão fortemente que começava a ter adeptos principalmente ente os mais jovens. Assim Atenas começou a entender Sócrates como um subversivo e perturbador da ordem social. Ele acreditava ter sido encarregado por Apolo de uma missão sagrada, a de levar o homem ao autoentendimento e ao autoconhecimento. Creio que o principal ponto da influência de Sócrates para o Ocidente, foi a maneira que ele buscava para interpretar a vida, com a preocupação de que junto ao conhecimento, houvesse também a virtude. Assim explicava que para atingir o autoconhecimento o homem precisa da dialéctica, do diálogo, dos questionamentos e da busca pelas respostas.
Explicava que cada um deveria empreender uma jornada para conhecer a si próprio, onde só à partir daí alcançaria o conhecimento. Cada um deve, desenvolver em si as suas opiniões e procurar defendê-las.
Conheça a ti mesmo e entenderás os mistérios da criação e de tudo que está a sua volta. Por exemplo: De onde veio o homem? Para onde vai? O que é o homem? São questões que ninguém supostamente respondeu, ou se respondeu, não teria sido ainda de forma satisfatória.
Assim, Sócrates adotava sempre o diálogo, por exemplo, assumindo a atitude do aprendiz multiplicando os questionamentos para colher inúmeras respostas, ou questionando o adversário presunçoso  até que ele caísse em contradição, constrangendo-o, para que se tornasse réu confesso de sua ignorância.

sábado, 21 de maio de 2011

A Sociedade Brasileira

Como podemos formar uma sociedade, se cada qual tiver unicamente  seu evidente interesse egocêntrico? Além disto, não deveríamos primeiro pensar no que significa sociedade - ou por que afinal uma sociedade? Se partirmos de cada um de vocês, individualmente, talvez cheguemos a uma resposta. Será que vocês são capazes de prover ou satisfazer todas as suas necessidades? Será que poderiam manter a nossa psique feliz e, no entanto, ser independentes de todas as outras pessoas? Pois bem, aqui está uma questão que é tanto mística como filosófica: Os homens formam a sociedade em função de certas necessidades e certos interesses comuns que os unificam, mas será que a própria sociedade não tem algo a ver com a criação do homem, isto é, uma influência decisiva sobre ele? Essa união é para cada ou para com o indivíduo? Digamos que  num círculo representa a sociedade, a nação ou o Estado formado pelo homem. Trata-se de uma entidade que o homem deu existência. O poder coletivo de que a sociedade é dotada pode ser por ela transformado em idéias, princípios, políticas e leis, que se irradiam e se difundem de volta aos indivíduos. Vamos considerar esta questão da seguinte maneira: O material com que a sociedade trabalha é apenas aquilo que cada ser humano nela introduz. Isto constitui o seu poder, um poder maior do que o de cada indivíduo. Mas, a sua finalidade, o uso que a sociedade faz desse poder, não pode se elevar acima ou ter valor maior do que aquilo com que os indivíduos tenham contribuído coletivamente para a sociedade. Por exemplo, se tudo o que o homem deseja fazer é organizar outros homens numa sociedade com o fim de defesa mútua da fraqueza individual, então não temos mais do que uma sociedade organizada para fins militares ou de defesa, como, por exemplo, a antiga Esparta. Tal sociedade não pode devolver ao indivíduo outra coisa além dessa defesa, em princípio e na prática. Por outro lado, se nós, por meio de harmonização e meditação, chegamos a outras concepções, então podemos ter algo superior para oferecer à sociedade. Podemos chegar à conclusão de que a verdadeira felicidade e a paz entre os homens, coletivamente, dependem de que certas qualidades de sua natureza sejam expressas. Estas qualidades, em pensamento e ação, têm de ser transmitidas pelo indivíduo à sociedade, ou seja, à mente dos outros indivíduos de que a sociedade consiste. Tal sociedade, tal conjunto unificado de mentes, reflete-se então na espécie de cultura, na moral, no caráter e no idealismo, sobre o indivíduo. Torna-se uma motivação muito maior para estes objetivos do que aquilo que o indivíduo ofereceu isoladamente.

sábado, 23 de abril de 2011

Os criadores devem destruir a criatura!

Na verdade podemos enxergar os acontecimentos sob outro prisma. Podemos até mesmo agradecer ao Poder Criador por estarmos aqui, nesse momento, participando desse processo político mesmo que de forma indireta e crítica, pelo menos num primeiro momento. Vejam vocês que o PT foi criado e amparado por pessoas que poderíamos considerar intelectuais, e no entanto, quem destruiu a ideologia partidária foram exatamente aqueles para quem o partido foi criado, encabeçado justamente por alguém que nunca trabalhou de fato, e nunca respeitou a lei. Lembram dos quebra-quebras? Pois é eu como ex-policial do exército lembro muito bem com as nossas intermináveis prontidões e o sapo-barbudo estava sempre a frente de tudo.
Aquilo que faziam nunca foi uma reinvindicação, tal como, os cara-pintadas por exemplo, e sim um sinônimo da mais baixa forma de anarquia. Quem observasse na época sob olhos mais críticos, veria o perigo que a tal anarquia, constantemente incentivada pelo partido do PT, PC e PC do B, poderia causar, caso chegasse ao poder. E o resultado está aí, e não teremos tempo para nos lamentarmos, pois prevejo tempos trevosos para nossa pátria. O Brasil "gatinha na política democrática", afinal elejemos alguém sem o menor senso, conseguindo fazer desastrosas burradas até o último dia de seu mandato e a sequência por extensão não será diferente. Somos ainda semi-analfabetos, sinto generalizar, mas "nós" criamos o "monstro que foi corrompido" e o poder absoluto o corromperá ainda mais. Cabe então a nós agora começarmos imediatamente o processo para destruir, anular ou impedir completamente a criatura juntamente com seus abortos políticos.
Vejam o que eu disse acima: "O Brasil "gatinha na política democrática", afinal elejemos alguém sem o menor senso, conseguindo fazer desastrosas burradas até o último dia de seu mandato e a sequência por extensão não será diferente."
Agora vemos a dona presidente passeando enquanto o país vive calamidades. Inerte, estagnada, insosa, vazia. Não dá para animar com este governo, não é mesmo? O Brasil está a Deus dará!

Dívida do Brasil

SAIBA O QUE LULA FEZ DE 2002 A 2010 COM A "DIVIDA INTERNA/EXTERNA" DO BRASIL

Você ouve falar em
DÍVIDA EXTERNA e DÍVIDA INTERNA
em jornais e TV e não entende direito vamos explicar a seguir:

DIVIDA EXTERNA
é uma dívida com os Bancos,Mundial, o FMI e outras Instituições,
no exterior em moeda externa.

DIVIDA INTERNA
é uma dívida com Bancos em R$ (moeda nacional) no país.

Então, quando LULA assumiu o Brasil,
em 2002, devíamos:

ü Dívida externa =     212 Bilhões
ü Dívida interna =      640 Bilhões
ü Total da Dívida =  851 Bilhões

Em 2007 Lula disse que tinha pago a dívida externa.

E é verdade, só que ele não explicou que,
para pagar a dívida externa,
ele aumentou a dívida interna:

Em 2007 no governo Lula:
ü Dívida Externa =      0    Bilhões
ü Dívida Interna =    1.400 Trilhão
ü Total da Dívida = 1.400 Trilhão
ou seja, a Dívida Externa foi paga, mas a dívida interna mais que dobrou.

Agora, em 2010, você pode perceber que não se vê mais na TV e em jornais algo dito que seja convincente sobre a Dívida Externa quitada.

Sabe por que?
É que ela voltou...

Em 2010 no governo Lula:
ü Dívida Externa    =     240  Bilhões
ü Dívida Interna    =   1.650 Trilhão
ü Total da Dívida =  1.890 Trilhão

ou seja, no governo LULA,
a dívida do Brasil aumentou em 1 Trilhão!!!

Daí é que vem o dinheiro que o Lula está gastando no PAC,
bolsa família, bolsa educação, bolsa faculdade, bolsa cultura,
bolsa para presos, dentre outras mais bolsas...
e de onde tirou 30 milhões de brasileiros da pobreza !!!
E não é com dinheiro do crescimento,
mas sim, com dinheiro de
ENDIVIDAMENTO.

Compreenderam?
Ou ainda acham que Lula é mágico?
Ou que FHC deixou um caminhão de dólares
para Lula gastar?

Quer mais detalhes,
sobre dívida interna e externa do Brasil?
acesse o site:

http://www.sonoticias.com.br/opiniao/2/100677/divida-interna-perigo-a-vista

Os brasileiros, vão pagar muito caro pela atitude perdulária do governo Lulla,
que não está conseguindo pagar os juros dessa
"Dívida trilhardária"
tendo que engolir um "spread"(txa. juros)
muito caro para refinanciar os "papagaios",
sem deixar nenhum benefício para o povo,
mas apenas
DIVIDAS A PAGAR
por todos os brasileiros,
que pagam seus impostos...!!!

A pergunta que não quer calar é:
Dilma
vai continuar esta gastança?

(Dilma já disse por todo país, que será a continuação do governo Lula...)


REPASSE PELO BEM DO PAÍS
!!! ACORDA  BRASIL !!!

" O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam."
(Arnold Toynbee)



.....e fazendo as contas , cada cidadão brasileiro tem uma dívida , feita pelo Lula, de quase 1.0 MILHÃO DE REAIS.

Entenderam pq querem ressuscitar a CPMF ?